Uaiuai?

Por que os homens das cavernas andavam mais de 3km adentro para pintar nas paredes dessas mesmas cavernas? Porque isso não saia de suas cabeças… ainda somos assim, mas hoje, alienados em acharmos necessário dar uma interpretação (unidirecional) a tudo e a todos em nossa volta… (Tiago O.)

Um dia você aprende

(Música: Offering; by Third Day)

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mãos e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de algum tempo você aprende que o sol queima, se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família, que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que amigos mudam, percebe que seu velho amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida, são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute, quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dará o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

(autor: …)

46 Comentários »

  claudia wrote @

mto legal

  gleicy wrote @

i love you

  jana wrote @

Que lindo

  Raisa wrote @

I jist love Shakespeare

  Alberto wrote @

Leia!

  ana paula wrote @

muito lindo!!

=]
S2

  silvana wrote @

amiga abre nao é virus…..
virus nao te chamria de pouca telha kkkkkkk
vai sem medo bjos

  silvana wrote @

nao é virus

  silvana wrote @

eu

  Carol wrote @

achei tua pag. por acaso.. procurando a letra “good luck”.. mais acabei achando várias coisas legal.

Carol

  bianca wrote @

olá…esse é a “sútil diferença”?Se for tá bom…bjos…ass…BIANCA

  neusa wrote @

adorei, gostaria de enviar aos amigos

  SIL wrote @

espero que goste

  Márcio Brito wrote @

Cuidado! TEXTO FALSO!

Esse texto intitulado “Um dia você aprende…”, jamais foi escrito por Shakespeare.

Meu Deus! O que significa isso? Para ser mais claro: o “isso” a que me refiro são o punhado de palavras loucas, em tom de auto-ajuda e estilo adolescente, que vocês atribuem a ninguém menos que Shakespeare! Ele jamais escreveria isso.

O texto acima é a corrupção total da tradução de um poema de Veronica Shoffstall, intitulado “After a While”. O poema dela é até legal, bem diferente do que lemos aqui… Esse “poema” é algo como um Frankestein, cheio de enxertos melosos e vulgares.

É preciso muito cuidado com a internet. É um manancial caudaloso de pseudo-cultura e lixo. Querem aprender sobre Shakespeare? Leiam os livros! Aqueles de papel mesmo, lembram? Ou no mínimo procurem sites especializados e de confiança.

Um dia desses me deparei com um texto ridículo atribuído a Carlos Drummond de Andrade! A internet pode ser algo maravilhoso para a divulgação de literatura, arte, ciência. Mas tem que ser usada com cuidado. Principalmente quando nos depararmos com textos ou informações científicas de áreas que não dominamos. Pesquisar um pouco antes de repassar a informação ajuda a combater o lixo e a mentira que circula na internet. Ela será sempre o espelho dos vícios e das virtudes que dominam o ser humano, algo como uma consciência coletiva, e o ser humano ainda é muito mal e viciado… É preciso pesquisar e desconfiar sempre. Pelo bem da boa literatura, dos direitos dos autores e para evitar que os mentirosos dificultem a formação de novos leitores.

Márcio Brito.

P.S.: Segue o monólogo mais famoso de “A tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca” (é esse o nome completo da obra), para que possam ter alguma idéia do estilo do autor, uma vez que muito se perde na tradução de uma obra tão antiga.

HAMLET: Ser ou não ser… Eis a questão. Que é mais nobre para a alma: suportar os dardos e
arremessos do fado sempre adverso, ou armar-se contra um mar de desventuras e dar-lhes fim tentando
resistir-lhes? Morrer… dormir… mais nada… Imaginar que um sono põe remate aos sofrimentos do
coração e aos golpes infinitos que constituem a natural herança da carne, é solução para almejar-se.
Morrer.., dormir… dormir… Talvez sonhar… É aí que bate o ponto. O não sabermos que sonhos poderá
trazer o sono da morte, quando alfim desenrolarmos toda a meada mortal, nos põe suspensos. É essa idéia
que torna verdadeira calamidade a vida assim tão longa! Pois quem suportaria o escárnio e os golpes do
mundo, as injustiças dos mais fortes, os maus-tratos dos tolos, a agonia do amor não retribuído, as leis
amorosas, a implicância dos chefes e o desprezo da inépcia contra o mérito paciente, se estivesse em suas
mãos obter sossego com um punhal? Que fardos levaria nesta vida cansada, a suar, gemendo, se não por
temer algo após a morte – terra desconhecida de cujo âmbito jamais ninguém voltou – que nos inibe a
vontade, fazendo que aceitemos os males conhecidos, sem buscarmos refúgio noutros males ignorados?
De todos faz covardes a consciência. Desta arte o natural frescor de nossa resolução definha sob a
máscara do pensamento, e empresas momentosas se desviam da meta diante dessas reflexões, e até o
nome de ação perdem. Mas, silêncio! Aí vem vindo a bela Ofélia. Em tuas orações, ninfa, recorda-te de
meus pecados.

  Jonas wrote @

Já li várias obras de Shakespeare (em português e algumas em inglês), de fato esse texto não se assemelha a linguagem e a temática dele…
Porém, não acho que isso tire a beleza desse texto… a própria proporção que atingiu demonstra sua capacidade de tocar as pessoas e de fazer com que as mesmas se reconheçam com a mensagem… isso é sem duvida algo admirável. Gosto muito desse texto, ele já foi muito importante pra mim (mesmo eu tendo, desde o inicio, percebido que não era do grande Shakespeare)…
Á propósito, de vez enquando, leiam obras de Shakespeare de verdade também, são ótimas!!!

  juliane wrote @

acho podre essa discussão sobre o autenticidade do texto…..pelo amor de Deus quem esse senhor pensa ser para ter tanta certeza se o texto é ou não do famoso poeta…..
daqui a pouco vai querer discutir todos os textos….tem tanta certeza de que o texto não é de Shakespeare??? então o que acha de propor uma ação judicial???
fala sério!!!! tanta gente louca nesse mundo!!!!!

  Rodrigo wrote @

Bom, no meu ponto de vista
esse Marcio é um rapaz que acha que é culto :)
se fosse realmente inteligente, saberia que não importa quem o escreveu
e sim a mensagem que ele tras para todos que leêm :)

  magalhaes wrote @

gostaria de receber este slide voce aprende
obrigado

  bruna wrote @

Já no meu ponto de vista, Rodrigo, esse seu pensamento é bem típico de uma pessoa mal informada e influenciada pela cultura do contentamento. É importante sim saber quem escreveu e saber da autenticidade do texto em questão. E nosso colega Márcio fez bem em deixar claro que esse texto não é de William Shakespeare e sim de Veronica Shoffstall. E também é importante sabermos o quanto a internet deturpa as informações e o quanto temos que ter cuidado ao buscá-las. É um absurdo mesmo as pessoas se contentarem apenas com o conteúdo, desvalorizando o autor. É por isso que brasileiro tem fama de ignorante. Exatamente por esse tipo de atitude sua, colega. Então, procure se informar sempre, afinal o texto é bonito e é por causa de alguém. E você não ficaria nem um pouco feliz se o texto fosse seu e você não recebesse créditos por isso. Valorize a poesiva, valorize a leitura. Saia da internet e vá ler um livro. Shakespeare, de preferência.

  Ana wrote @

o marcio fez um comentário bastante oportuno! chega às raias do absurdo o que se tem postado na internet utilizando indevidamente nomes de autores famosos. tudo bem que a net seja um ambiente livre, mas isso não significa publicar qualquer coisa atribuindo falsa autoria.
o blog “autor desconhecido” é bem legal e ajuda a desvendar estas pseudoautorias…para quem se interessar a não sair por aí vendendo gato por lebre…
http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/2006_06_01_archive.html
e, pessoal, nada contra textos de auto-ajuda, tampouco é uma questão de análise literária, apenas de responsabilidade e respeito com o uso do nome alheio

  Dartel wrote @

O texto decididamente não pertence ao referido autor. A literatura “Shakespereana” em nada se assemelha ao texto. O que me causa uma sensação de estranha é o fato de alguém acreditar que algo criado por uma pessoa simples, só receberá créditos se atribuído a alguém notório. O que estou sugerindo é que se faça arte e não tenha vergonha de assiná-la.

  Dartel wrote @

Epa!!!não quiz dizer que Veronica Shoffstall é uma pessoa simples! Tentei expressar-me de modo geral.

  nathaly wrote @

cuidaaaaaaaado gente, isso é uma coisa mto séria
nao se pode sair por aí divulgando textos com uma autoria falsa
se vc faz isso tá contribuindo pra esse tipo de coisa crescer

um absurdooooooooo atribuirem esse texto a Shakespeare
quem conhece suas obras sabe que essa não é sua forma de escrever
e mais absurdo ainda é a forma como isso se espalhou e o modo como as pessoas, depois de lerem esse texto, saem por aí dizendo que “aaaaaamam shakespeare”
tsc tsc tsc…

  Nietzsch3 wrote @

O texto em questão nem é de William Shakespeare nem, tão pouco, de Veronica Shoffstall.
VS tem um poema parecido, mas, não tão extenso.
http://www.yuni.com/library/docs/304.html

  Lais wrote @

Meu professor de artes comentou comigo que esta obra não parecia de Shakespeare então resolvi pesquisar e ao achar isso e ver o trecho de Hamlet…também achei q esta obra não parece de Shakespeare!! Mas isso não vai tirar o valor das palavras no texto, pois são muito bonitas, mas realmente queria saber quem escreveu de verdade!!!

  Levi Santos wrote @

No momento que for comprovado quem realmente escreveu, eu retiro o nome de Shakespeare…Agora ficar discutindo sem ter provas!!!Eu hem!!!

  PauloCesar Alves de Campos wrote @

Na vida é importante cultivar boas amizades, no sentido de preservar bons, valores para que a partir dessas possamos transformar o mundo que atualmente precisa de mais fraternidade e solidariedade.

  Johny wrote @

Afinal, de quem é o texto?

  P.riih wrote @

P E E E E E E R F E I T O !

’sem mais’…

;)

  Márcio Brito wrote @

Olá! Estou voltando a postar aqui, depois de meses de meu último comentário, porque me avisaram que o que eu havia escrito no site suscitou algumas dúvidas.

Será a última vez que escrevo sobre o assunto, pois as pessoas que falsificam textos e os divulgam na internet querem justamente o oposto: muitos comentários, muita polêmica. É assim que se divertem.

Dessa forma, pela ordem, vamos aos esclarecimentos:

Juliane –> “quem esse senhor pensa ser para ter tanta certeza se o texto é ou não do famoso poeta….. ”

Não preciso ser ninguém mais que o magrelo míope que sou para ter certeza absoluta que esse texto não é de Shakespeare. Como já informei, é a corrupção total do poema After a While, de Verônica Shoffstall.

Rodrigo –> Torço, sinceramente, para que sejas alguém muito jovem. O que você escreveu mostra que tens muito ainda a aprender. Ah, infelizmente, eu não sou muito culto, e gostaria de ser mais inteligente. Mas isso não muda o fato do texto ser uma farsa.

Ana –> Excelente o site http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/2006_06_01_archive.html
Neste site há um longo comentário sobre as várias deturpações que o texto da Verônica sofreu, bem como diversos outros casos de fraudes envolvendo Drummont, Vinícios de Morais, Luis Fernando Veríssimo, entre outros grandes escritores.

Nietzsch3 –> “…nem é de William Shakespeare nem, tão pouco, de Veronica Shoffstall.
VS tem um poema parecido, mas, não tão extenso.”

É óbvio que é apenas parecido. O poema foi totalmente deturpado, enxertado, cortado, etc… Para que ficasse a obra-prima que podemos observar.

Levi Santos –> Se depois de ler todos os comentários, ir ao site recomendado pela Ana e ler um pouco de Shakespeare (em livros!), você ainda não estiver convencido da falsidade da autoria, só me resta sugerir-lhe uma mesa branca, num centro espírita sério, para que possas fazer pessoalmente uma consulta ao ectoplasma do William. Talvez ele lhe atenda e dê a prova que precisas, se não estiver muito ocupado compondo seus sonetos em Júpiter.

Johny –> Infelizmente ninguém sabe, quem mente dessa forma dificilmente aparece. Faz parte da brincadeira. Se quiser conhecer o texto que deu origem à montagem frankenstein, sugiro o site postado pelo Nietzsch3, embora ele esteja equivocado em seu comentário.

Aos que concordaram comigo, obrigado por me ajudarem a esclarecer sobre o texto falso.

Aos que acharam o poema/montagem “lindo”, eu quero pedir desculpas se em algum momento pareci duro demais, e parabenizá-los por serem ao menos sensíveis à leitura. Espero, sinceramente, que encontrem livros e textos verdadeiros, e assim possam novamente se emocionar. Mas, dessa vez, com grandes autores, que os façam descobrir a enorme diferença entre a arte literária e os textos farsantes.

E para que não tenham dúvidas sobre a autoria deste comentário, eu assino assim:

Márcio Brito.
34 anos, 1,65m, 57 kg, 10 graus de miopia.
Pernambucano de Recife.
corsariocosmico@hotmail.com

  Dinah wrote @

Claro que é importante sabermos quem escreveu,sim. Quem gosta que seu próprio texto tome outra rumo nas mãos de outra pessoa. Ah, outra coisa, o texto de fato não é de Shakespeare. Se querem saber mais, por favor, sejam FILOLÓGOS. E não se baseiem em simples atribuições virtuais.

  Fabiana wrote @

A despeito de quem é o texto acho engraçado como as pessoas entrem no blog das outras com certa arrogância acadêmica pra ao invés de informar de forma super amistosa, acusar, menosprezar alguém que desconhece a informação. Isso é coisa de quem decodifica as letras, mas não as mensagens de um mestre da literatura que discusti a falta de humanidade demonstrada através da vaidade, cobiça, maldade.

A maioria dos sites dá a autoria a Shakespeare, pra quem gosta de ler de tudo e não sabe dá pra confundir e apenas confiar na internet. Embora o Brasil seja um país de pouca cultura da leitura ainda bem que tem pessoas que apreciam ler qualquer coisa, seja do mais clássico ao simples. Ler é importante mesmo que seja bula de remédio. Não acho que nossa fama de ignorância seja senão uma forma de nos manter submissos acreditando na mentalidade de início do século XVIII, que o que não vem da Europa/EUA não é bom, aqui se produz e consome muita coisa boa, e algums porcarias como em qualquer lugar. Ou alguém vai dizer que Dan Brown, best seller, é excelente escritor? É um Paulo Coelho piorado.

Essa arrogância de pixar o blogger é pra se sentir melhor, superior? Mais intelectual?Venho da academia e do conhecimento cultivado por anos de leitura, trabalho na educação, com literatura também, com certeza isso não tem estilo Shakesperare nem aqui nem na China, hehehhe

Mas espero que quem cultiva tanto conhecimento e cultura cultive também a boa educação e fraternidade na próxima vez que for fazer uma colocação…Não pra me satisfazer, quem sou eu pra isso, mas como forma de amadurecimento pessoal e humano. Educação é para as pessoas “cultas” também.

Abraços revolucionários

  Maria André wrote @

Realmente só vive enganado quem quer, depois de uma única pista de que um texto seja falso, o mínimo que temos que fazer é pesquisar e descobrir a verdade e não ficar perdendo tempo em criticar quem quis abrir nossos olhos. Afinal, viver pensando que pau é pedra, por favor né! Também acho que ninguém é obrigado a nos dar nada de mão beijada, basta nos abrir os olhos, o resto nos que temos que ir atrás. Eu agradeço ao Márcio Brito pois, foi depois de ler o comentário dele que fui pesquisar se o texto era de Shakespeare ou não. E realmente não tem nada a ver com Shakespeare. Fico indignada ao ver que milhares de pessoas ainda acredita que seja dele. Mas aos poucos descobrirão a fraude.

  Zerfas wrote @

Oi!
Eu to aqui rindo.
Sei q já faz mais de 1 ano que o texto foi postado e sucitou uma serie de duvidas e criticas. O seu conteudo “franktein” , como cita o Marcio, é generoso e meche com alguma coisa dentro da gente. Em falar em Willian Shakespeare, bem ele teve 4 estilos diferentes durante todo o tempo que produziu, ainda tem gente que diz que ele não existiu. Bem, cheguei aqui na intenção te ter certeza da autoria deste texto, já que no sites oficiais do proprio willian não cita nada a respeito do texto que teimam em chamar de menestrel. Quando me deparei com a discução já aberta pelo sr. Márcio, fiquei ainda mais intrigada pela a tal autoria do texto. Afinal, quem é oFranktein que compilou este texto???
Eu posso escrever sobre qualquer coisa baseada em outros textos desde que cita os no final ou faça menção apos em rodapé dizendo as referencias para compilação.
Agradeço desde ja a todos pela troca de conteudo de vcs e se possivel quem tiver noticias do autor de tal sera muito importante, não gosto de citar anda de ninguem sem autor correspondente. é falta de respeito e agregação de valores a quem não tem.
PAX ET BUON .
Ao texto livre e cientifico a todos.

  Sue wrote @

Uffa! Depois de ler todos os comentarios…repito todos os comentarios…cheguei a seguinte conclusao..este texto nao sendo Shakespeare…e um belo texto….mais reparem o texto fica orfao entao se nao e dele ..de que e? Quem escreveria um texto desse e assinaria o nome de outro escritor famoso? Os creditos seriam pra o shakespere entao,como em procura-se um amigo que dizem e do Vinicius tbem nao o e..e de um autor desconhecido,mais todos que postam so colocam Vinicius…
Gostei da declaracao do Marcio…achei muito simplorio pra ser do S…tbem cheguei a postar pra alguns amigos…por achar belo ..discordo nada tem do Frankeinsten da vida…
Outra coisa pode ser o mais famoso do mundo ,em suas obras tem coisas lindissimas e coisas nao muito boas….depende do tempo e do momento …..
Um texto pra quem escreve e como ter uma cria…um filho…e como vomitar sua alma,acho que e importante sim,colocar a fonte do mesmo..pra quem nao sabe o que e fonte. e o nome.edt.data,autoria,e ano em que foi parida ou executada esta obra..pode ser uma simples frase como”SER OU NAO SER” Shakespeare.
Beijos e abracos!!

  Gabriel wrote @

Ai galera.. também fiz um texto..
“Se verde é verde e não azul, porque quando se mistura azul no amarelo fica verde?”
Legal né?? espero que reflitam bastante sobre isso, pois a verdadeira essência daqueles que são providos de inteligência, é poder saber distinguir a realidade do ilusórico! È exatamente o que aconteceu com o texto em questão dialogado por vocês. Na busca da verdade efêmera perde-se o precioso dom da ilusão.
Valeu amigos, por compartilhar alguns conhecimentos.

  Noturna wrote @

Gabriel,
será que VOCÊ mesmo refletiu sobre este texto?
O verde pode até ter vindo do azul, mas uma vez verde, nunca mais será azul. é um caminho sem volta.
Ou você consegue tirar o amarelo do verde?

Então, reflita o quanto quiser, mas verde é verde. Não é azul. Quando era azul, não era verde… E agora que é verde, não é mais azul….

  Pedro wrote @

Se o texto foi escrito por sei la quem, para mim foi bom o conteudo passado, me fez realmente pensar na minha vida, nos meus amigos, coisas que a gente esquece, como é bom palavras de animo.

Um abraço a todos

  Flavio wrote @

Amigos, considero importante a discussão travada por vocês até agora. A informação de que o texto não pertence a Shakespeare é fundamental; outra informação relevante é a de que tem semelhanças com um texto de Verônica Shoffstall (After a While). Uma coisa é fato, a utilização do nome de Shakespeare foi uma credencial decisiva para lançamento do texto na internet. O problema agora é que o texto, apesar de não ser uma obra-prima da literatura tem conteúdo e profundidade: uma reflexão que conduz à emoção. Sugere-se assim que seu autor seja um pouco mais corajoso e apresente suas composições originais à sociedade, mesmo que não seja um grande expoente da arte.

  Marte wrote @

Ótimo texto, apesar da constestação da autoria. Há grandes autores que nunca serão lembrados, pois suas obras fazem parte de si e por isso não procuram nomea-los.

learning:
“Para aprender é preciso desaprender.”

Nada adianta adicionar algo mais a uma vaso se ele já está cheio.

  joao pinto wrote @

sem comentario

  Carlos Diogo wrote @

Achei muito interessante mesmo, eu por minha ignorância no ponto de não me aprofundar na leitura, sou mais na área de Ciência Exatas, mais admiro muito os autores !!!
E simplesmente mesmo não conhecendo muito , eu percebir que não era de William Shakespeare !!!
O problema do mundo em geral que vivemos no mundo de ilusões, pois deixamos que isso aconteça!!
E sinceramente gostei de todos os comentários que lir nesse Blog !!
E o texto do vídeo, é bonito, concerteza ajuda algumas pessoas!!
Mais é importante demais saber quem o escreveu, pois já imaginou se os livros da bíblia não tivesse autor !!
Eu sinceramente não quero ser melhor do que ninguém, e concerteza espero que ninguém queira isso, e sim procure ser o melhor, em benefício em ajudar as pessoas, e como muitos aqui , todos nós temos dúvidas , pois somos serumanos não nascemos sabendo!!
E espero que ajude alguém, mais eu não irei ajudar e sim achei interessante um Blog de uma moça explicando tudinho mesmo sobre o Texto do Menestrel e até mesmo entra um pouco do vídeo!! Esse é o blog dela !!
Depois espero que comente apois ter lido!!
Sou Carlos Diogo, sou jovem ainda de 19 anos, e estudo na Universidade Federal do Amazonas, curso de Física, quero me aprofundar e ajudar a Medicina com o curso de Física, e no setor Tecnológico também!!
http://aoseutempo.blogspot.com/2008/05/o-menestrel-de-araque.html
E pesquesquisei um pouco, e vir uma

  Carlos Diogo wrote @

Puts desculpa ai pelo erro a última frase saio ai , estranho mais tudo bem!!
Desculpa pelo erro!!
Vejam esse aqui também e espero que os ajude!!

http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/

  Raff wrote @

Conclusão do assunto: o autor é desconhecido. Um texto baseado em outro. Nada mais.

  Raff wrote @

Gostei bastante da montagem do seu blog. Queria poder fazer um igual. Já criei blogs, mas nenhum tão organizado e interessante. Se pudesse me dar umas dicas, pelo menos na montagem com este tema, agradeceria muito. Se não quiser ajudar, entendo, sem ressentimentos.

  natalia farias wrote @

eu não leio shakespeare e nunca tive curiosidadde em relação a isso, por issso não não tenho argumentosnecessários pra confirmar se o texto é ou não dele .Más se vc for parar pra pensar vai perceber todos acabaram de ler um texto tão interessante e nele fala q não devemos perder o tempo com discursões bobas como essas q não nos leva á nada, pois, cada um tem uma pinião diferente: o Brito tem uma e a nathty outra.
mas de fato o texto é bom, interessante e realmente faz a gente refletir sobre a vida , as dificuldades dela etc. Parabenizo quem o fez e digo mais q essa pessoa só errou em uma coisa: pensou q colocando o nome do autor shakespeare podesse ganhar mais credibilidade .
Portanto, com base no textofalso q li e no HAMLET de shakespeare prefiro o falso, pois estamos na era da modernidade e ele sim é moderno !


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